Conheça a nova aposta da editora para o público infantil e a HQ de André Diniz que abrirá os caminhos dessa jornada literária em 2026.
Conrad expande horizontes e anuncia o selo Cuco para o público mirim
O mercado brasileiro de quadrinhos vive um momento de efervescência e diversificação. Atenta ao crescimento do segmento infantil e infantojuvenil, a Editora Conrad revelou sua mais nova cartada estratégica: o selo Cuco. O anúncio oficial ocorreu durante a Rodada de Lives 2026, consolidando o movimento da editora em direção à formação de novos leitores.
Com uma curadoria cuidadosa, o selo Cuco nasce com a missão de publicar tanto obras nacionais quanto estrangeiras. O foco principal são crianças entre 6 e 12 anos, faixa que compreende o período fundamental da educação básica. Mais do que entretenimento, a proposta editorial da Conrad busca histórias que dialoguem diretamente com o desenvolvimento infantil.
A estreia com assinatura de peso
Para inaugurar o selo com autoridade, a Conrad escalou um dos nomes mais produtivos e respeitados do quadrinho nacional. André Diniz será o responsável pelo título de estreia no primeiro semestre de 2026 com a HQ “Mako”. A obra é uma republicação — lançada originalmente em 2016 pela Jupati Books — e acompanha as descobertas de um macaco curioso sobre fenômenos simples e lúdicos, como o dia, a noite e a própria sombra.

Capa da edição da Jupati Books.
A escolha de Diniz não é por acaso. O autor já possui um histórico de colaboração com a editora, tendo publicado “Ato 5” pelo selo HQ Para Todos em 2024. Além disso, seu repertório inclui passagens por casas renomadas como DarkSide Books e Comix Zone, o que reforça o selo Cuco como uma iniciativa de alta qualidade artística.
Ritmo de publicação e expectativas
Diferente de coleções de massa, o selo Cuco Conrad adotará, inicialmente, um ritmo de lançamentos mais cadenciado e seletivo. A previsão é de dois títulos por ano, garantindo que cada obra receba a atenção necessária em sua distribuição e promoção.
Este movimento da Conrad reflete uma tendência clara no setor: o investimento em “graphic novels” que tratam a infância com inteligência e sensibilidade, fugindo do óbvio e apostando na força narrativa visual para conquistar a geração que ditará o futuro dos quadrinhos no Brasil. conforme indicado pelas fontes consultadas.
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